quarta-feira, 31 de março de 2010



Dana censura tatuagem:O UFC censurou uma tatuagem do inglês Dan Hardy. Motivo: cagaço de se queimar com os chineses. Segundo Dana White, ele não sabe o significado os dizeres “Om mani padme hum” desenhados no peito de Hardy. E que pode ser algo ofensivo à China (mercado Visado pelo UFC). Por isso preferiu censurar um pôster do UFC 111 onde a tatugame aparecia.Porém, basta uma pesquisa o google para saber que “Om mani padme hum” é apenas um mantra budista tibetano que inspira a paz. Todos sabem que os chinas não se dão bem com os tibetanos, que exigem independência. Portanto, Dana White amarelou e ainda apoiou um regime totalitário enquanto o presidente americano Barack Obama recebia Dalai Lama (líder espiritual dos budistas) na Casa Branca. Mais uma gafe de Dan.
FONTE: Por Guga Noblat - Terra Magazine-Blogs

terça-feira, 30 de março de 2010






JIU JITSU





Segundo alguns historiadores o Jiu-jitsu ou "arte suave", nasceu na Índia e era praticado por monges budistas. Preocupados com a auto defesa, os monges desenvolveram uma técnica baseada nos princípios do equilíbrio, do sistema de articulação do corpo e das alavancas, evitando o uso da força e de armas. Com a expansão do budismo o jiu-jitsu percorreu o Sudeste asiático, a China e, finalmente, chegou ao Japão, onde desenvolveu-se e popularizou-se.

A partir do final do século XIX, alguns mestres de jiu-jitsu migraram do Japão para outros Continentes, vivendo do ensino da arte marcial e das lutas que realizavam.

Esai Maeda Koma, conhecido como Conde Koma, foi um deles. Depois de viajar com sua trupe lutando em vários países da Europa e das Américas, chegou ao Brasil em 1915 e se fixou em Belém do Pará, no ano seguinte, onde conheceu Gastão Gracie. Pai de oito filhos, cinco homens e três mulheres, Gastão tornou-se um entusiasta do jiu-jitsu e levou o mais velho, Carlos, para aprender a luta com o japonês.

Franzino por natureza, aos 15 anos, Carlos Gracie encontrou no jiu-jitsu um meio de realização pessoal. Aos 19, se transferiu para o Rio de Janeiro com a família e adotou a profissão de lutador e professor dessa arte marcial. Viajou para Belo Horizonte e depois para São Paulo, ministrando aulas e vencendo adversários bem mais fortes fisicamente. Em 1925, voltou ao Rio e abriu a primeira Academia Gracie de Jiu-Jitsu. Convidou seus irmãos Oswaldo e Gastão para assessorá-lo e assumiu a criação dos menores George, com 14 anos, e Hélio,com 12.

Desde então, Carlos passou a transmitir seus conhecimentos aos irmãos, adequando e aperfeiçoando a técnica à compleição física franzina característica de sua família.

Também transmitiu-lhes sua filosofia de vida e conceitos de alimentação natural, sendo um pioneiro na criação de uma dieta especial para atletas, a Dieta Gracie, transformando o jiu-jitsu em sinônimo de saúde.

De posse de uma eficiente técnica de defesa pessoal, Carlos Gracie viu no jiu-jitsu um meio para se tornar um homem mais tolerante, respeitoso e autoconfiante. Imbuído de provar a superioridade do jiu-jitsu e formar uma tradição familiar, Carlos Gracie lançou desafios aos grandes lutadores da época e passou a gerenciar a carreira dos irmãos.

Enfrentando adversários 20, 30 quilos mais pesados, os Gracie logo adquiriram fama e notoriedade nacional. Atraídos pelo novo mercado que se abriu em torno do jiu-jitsu, muitos japoneses vieram para o Rio, porém, nenhum deles formou uma escola tão sólida quanto a da Academia Gracie, pois o jiu-jitsu que praticavam privilegiava as quedas e o dos Gracie, o aprimoramento da luta no chão e os golpes de finalização.

Ao modificar as regras internacionais do jiu-jitsu japonês nas lutas que ele e os irmãos realizavam, Carlos Gracie iniciou o primeiro caso de mudança de nacionalidade de uma luta, ou esporte, na história esportiva mundial. Anos depois, a arte marcial japonesa passou a ser denominada de jiu-jitsu brasileiro, sendo exportada para o mundo todo, inclusive para o Japão.

segunda-feira, 29 de março de 2010

GINA CARANO

Ela é uma fera do MMA e vale o registro!!

QUEM É GINA CARANO?

LAS VEGAS - Gina Carano vive em uma região onde todas as casas são parecidas. Como companhia, ela aguenta dois pitbulls e um bandido condenado. Ela não frequenta boates, mantém poucas amizades e dirige um Impala fedido. Ela nunca terminou a faculdade. Ela nunca ouviu falar de Chuck Berry. Em conversas, ela assume que você nunca ouviu falar dela.

Ainda que a austeridade seja frequente na vida de jovens lutadores, Carano conquistou uma fama que inspira editoriais de revista, concursos de popularidade online e até mesmo rumores maldosos sobre um vídeo de sexo. Aos 27 anos, ela se tornou a face do vale-tudo para mulheres, lutando para chegar à respeitabilidade em um esporte dominado por homens que ainda não foi aceito pelo grande cenário esportivo.

"Eu acho que qualquer pessoa teria perdido a cabeça muito tempo atrás, especialmente alguém que não gosta de estar sob os holofotes", disse Kevin Ross, amigo que apresentou Carano aos esportes de combate. "Ela é uma pessoa muito reservada".

Com uma carreira construída com uma participação em um reality show e uma passagem pelo programa "American Gladiators", Carano se tornou uma figura símbolo em um momento importante para seu esporte, retratada como parte sufragista, parte cobaia, parte estratagema de marketing e parte celebridade.

Dentro da gaiola onde as concorrentes misturam técnicas como kickboxing, luta livre e jiu-jitsu de maneira proibida em Nova York por sua brutalidade, Carano demonstra disciplina, resistência e golpes poderosos. Os promotores a chamam de Conviction (Convicção, em tradução literal).

No ano passado, durante as eliminatórias da primeira transmissão de um evento de vale-tudo no horário nobre da televisão, ela superou lutadores masculinos cujos golpes pareciam exagerados, anticlimáticos e possivelmente até mesmo ensaiados.

Por causa daquela performance, ela foi recrutada para participar de um programa da rede Showtime no dia 15 de agosto, com lutadores masculinos na eliminatória. Em materiais de publicidade que fazem referência a sua beleza, os promotores não prometem nada menos do que "uma das lutas mais esperadas de todos os tempos".

No Pavilhão da HP em San José, Califórnia, Carano (7 -0) enfrentará Cristiane Santos, do Brasil (7 -1), que é conhecida como Ciborgue e cujas habilidades de agarramento são conhecidas por um agressivo talento de improvisação. Em um vídeo publicado online, Santos demonstrou seu enforcamento em um entrevistador que foi surpreendido ou é um ótimo ator. Por cinco rounds de luta na gaiola, Carano e Santos dividirão um cachê de US$ 200 mil. A vencedora ganhará o título da nova categoria para mulheres de 145 libras (cerca de 70 kg).

A principal liga de vale-tudo, conhecida como Ultimate Fighting Championship, não se interessou na luta. Seu presidente, Dana White, interrompeu negociações com Carano depois de concluir que poucos talentos foram desenvolvidos para que haja interesse em uma divisão feminina, de acordo com um porta-voz.

Isso abriu espaço para uma nova série, intitulada Strikeforce, que promove a luta como parte de seu esforço em ganhar algum poder no crescente mercado de vale-tudo. Com graus variados de sucesso, outras ligas buscam se destacar como a Central e a Hispânica. A Strikeforce aposta nas mulheres.

“Eu acho que elas são capazes de entreter de maneira entusiasmante e competitiva", disse Mike Afromowitz, porta-voz da Strikeforce. “É isto que precisamos e é isto que as lutas precisam para que as mulheres conquistem mais espaço na gaiola".

Lutar por quê?

Em uma entrevista em um restaurante perto de sua casa, Carano relembra a curiosidade de uma educação religiosa rígida em Las Vegas. Ela foi colocada em uma escola particular não longe da região onde boates oferecem strip-tease. Dia das Bruxas era proibido. Sua família chegou a abandonar o cinema onde foi assistir "Forrest Gump" por causa da linguagem pecadora do filme. Suas irmãs pareciam tão facilmente magras e bonitas, até que o mais velho arrastou a família por uma via crucis das drogas.

Matriculada em psicologia na Universidade de Nevada, Carano tinha 15 kg a mais do que o considerado necessário, nenhum rumo, estava quase perdida para as bebidas e por paquerar o namorado de outras meninas quando um amigo instrutor de muay thai resolve dizer que sua vida estava uma bagunça. Assim, a igreja da redenção esportiva ganhou outra alma perdida.

"Eu só respondo a Deus, às vezes minha família, às vezes não, e luto", disse Carano. "Nenhum relacionamento, nenhum namorado, nenhuma amiga, só isso me mantém concentrada".

Com o tempo, ela viajou o mundo fazendo lutas na Tailândia e acalmando parentes preocupados. Depois de um tempo ela começou a ganhar dinheiro. E em seguida ela desenvolveu um senso de missão.

"Eu quero que seja mais fácil para que outras mulheres entrem em uma academia para lutar, porque isso mudou minha vida", ela disse.

"Eu moro em Las Vegas onde é difícil conhecer um cavalheiro que não pense que você faz strip-tease ou é um pedaço de carne. Eu gosto do treinamento e do estilo de vida. Eu consigo acordar e me concentrar em mim mesma e em ser melhor. Todo o drama some quando você tem que pensar em alguém lhe dando um soco ou arrancando sua cabeça".

domingo, 28 de março de 2010





28/03/2010 - 11h50


Do UOL Esporte
Em São Paulo


No boxe, Brasil é liderado por mulheres e tem 4 ouros no Sul-Americano

O boxe brasileiro encerrou na noite de sábado uma boa participação nos Jogos Sul-Americanos de Medellín, com um total de 11 medalhas, sendo quatro delas de ouro. Além dos campeões, sendo um no masculino e três no feminino, o país teve duas pratas e cinco bronzes.

O paraense Myke Carvalho foi um dos vencedores, superando na decisão o colombiano Miguel Escandon por 11 a 4 em Medellín.

"Esse resultado não significa somente um título, mas sim uma vida de batalha e dedicação ao boxe. Estou neste esporte desde os 10 anos e integro a seleção há oito anos. Pretendo conseguir uma medalha olímpica e encerrar minha carreira", disse ele.

A delegação feminina brasileira saiu da competição com um aproveitamento de 100%, com as vitórias de Erica Matos, Adriana Araújo e Andreia Bandeira.

O boxe feminino foi integrado às Olimpíadas e fará sua estreia nos Jogos de Londres, em 2012.

Confira as medalhas:

Ouro
64 kg - Myke Carvalho
51 kg - Erica Matos
60 kg - Adriana Araújo
75 kg - Andreia Bandeira

Prata
51 kg - Juliao Neto
60 kg - Everton Lopes

Bronze
69 kg - Esquiva Florentino
75 kg - Yamaguchi Florentino
81 kg - Washington Silva
91 kg - Rafael Lima
+91 kg- Marcelo Cruz

...NOTÍCIAS


Momo Koseki acerta o rosto da sul-coreana Shin Gun-Joo; japonesa venceu a disputa por título mundial

FONTE: uol esporte - às 12:40 - em 27/03/2010
KICKBOXING

O esporte surgiu na década de 70, nos Estados Unidos, quando os caratecas tradicionais estavam cansados das competições que não permitiam um contato pleno, e começaram a adaptar protetores de pé e mão para que os contatos fossem permitidos, só que com pouco risco de lesão.

A modalidade competitiva que recebeu o nome de “Karatê Full Contact” (Karatê de Contato Total), com o passar dos tempos, fez com que estes mesmos atletas começassem a entender que aquela modalidade era um outro tipo de luta, que não tinha nada a ver com o “Karatê de Competição”. Recebeu então o nome de “Full Contact”, que traduzia muito mais o espírito deste novo esporte.

A WAKO (World Association of Kick Boxing Organization) – www.wakoweb.com fundada em 1971, é a maior sigla mundial deste esporte. Sediada em mais de 105 paises espalhados pelos 05 continentes, possui sede financeira e administrativa em Milão (ITA), tendo como presidente o Dr. Ennio Falsoni.

Em 1974, foi realizado o 1º Campeonato Mundial Amador, em Atlantic City (USA), e aí sim o esporte começou a tomar seu rumo mundial.

Dominique Valera, um dos maiores nomes do Karatê Mundial de todos os tempos, com mais de mil vitórias e vários títulos europeus e mundiais, começou a treinar a modalidade nos Estados Unidos com Bill Wallace e Jeff Smith. No seu retorno à Europa, reestruturou o esporte, chamando-o de Kick Boxing, isto é: chutar boxeando, tornando-o como é hoje, dividido em seis modalidades, a saber:

Musical Forms: A mais bela modalidade do KickBoxing, considerada a Ginástica Olímpica Marcial. Os atletas coreografam movimentos tradicionais das artes marciais com a música utilizando-se de armas ou não.

Semi Contact: Pode ser definido como um combate de técnicas controladas e paradas, sendo os golpes definidos ponto a ponto.

Light Contact: É um combate de técnicas controladas e contínuas, onde os atletas visam tocar o maior número de vezes seu oponente, com a máxima velocidade e o mínimo de potência. Não é válido nocaute.

Full Contact: Nesta modalidade, os atletas podem utilizar técnicas de mão do boxe tradicional e todos os tipos de chutes, que atinjam o adversário da cintura para cima, observando a linha lateral e frontal do tronco e cabeça.

Low Kicks: Possui as mesmas definições de técnicas do Full Contact, acrescido com chutes que atinjam as pernas do adversário, interna e externamente obedecendo à linha do joelho para cima.

K1 Rules: Modalidade de contato pleno que permite todas as técnicas do KBFC e do KBLK, agregando alguns golpes particulares à modalidade, tais como: atacar com chutes as pernas e articulações da mesma lateralmente, giratória baixa de calcanhar, esporão, projeção com a guarda, joelhada e soco giratório.

A WAKO participou dos Jogos Africanos e dos Jogos Asiáticos Indoor em 2007 e já tem a participação confirmada nos Jogos Mediterrâneos Indoor em 2009, dando com isto passos largos vistas ao reconhecimento Olímpico do esporte KickBoxing.

A WAKO é a única sigla mundial reconhecida pelo AIGSF (General Association International Sports Federation - www.agfisonline.com) e com isto detém status de desenvolver, divulgar e fiscalizar a prática do KickBoxing em todo o planeta.


FONTE: CBKB www.cbkb.com.br